segunda-feira , 19 Fevereiro 2018
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Senador Armando Monteiro e PTB lançam notas sobre julgamento de Lula

                  Marcado para a manhã desta quarta-feira (24), o julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a condenação de nove anos e meio proferida pelo juiz Sérgio Moro com base nas convicções do Ministério Público Federal no caso do triplex do Guarujá, São Paulo, desencadeou o lançamento de várias notas de partidos e políticos de todo o País.

O senador Armando Monteiro Neto (PTB) emitiu uma nota endereçada ao ex-presidente aonde destaca que “o Brasil espera que amanhã a Constituição seja respeitada, e que lhe seja garantido o tratamento justo que merece todo cidadão brasileiro. Só assim, ao final desse processo, o país terá sua democracia viva e fortalecida”.

A direção estadual do PTB também emitiu nota sobre o julgamento aonde diz que “os pernambucanos, como todos os brasileiros, aguardam, com grande expectativa, o julgamento em segunda instância do ex-presidente Lula. Para o PTB de Pernambuco, nesse momento, é fundamental que todas as forças democráticas e comprometidas com o país se manifestem para que esse julgamento se dê num marco de rigoroso respeito à Constituição, pilar essencial e fundador da nossa democracia. Embora o ex-presidente Lula seja uma figura símbolo, e por isso suscetível a pré-julgamentos e manifestações de intolerância em vários setores, o que a Nação brasileira espera é que se imponham os preceitos constitucionais, e que a ele sejam garantidas todas as prerrogativas que devem ser oferecidas a qualquer cidadão brasileiro. Só assim, ao final desse processo, o país terá sua democracia viva e fortalecida”. A nota é assinada pelo deputado estadual José Humberto Cavalcanti, presidente do PTB Pernambuco.

Já o PSB, que ajudou a cassar o mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) emitiu nota pregando que “o tribunal político mais adequado em uma democracia é o voto popular, em eleições livres — avaliação essa que é comum, no presente caso, à maioria das forças políticas responsáveis, independentemente de seu espectro ideológico”. E encerra dizendo “que uma solução política, por meio das urnas, que se viabilize respeitando de modo estrito a legalidade, é condição necessária para que o País supere a crise política que vivencia há pelo menos três anos”.

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